O grupo americano Black Label Society se apresentou neste sábado (13), em São Paulo, no HSBC Brasil. Liderada pelo barbudo mal encarado Zakk Wylde, ex-parceiro de Ozzy Osbourne por anos, a banda mostrou que a simpatia pode, às vezes, vir por meio de socos e pontapés. Na verdade, Zakk - que também canta no BLS - destila seus murros em solos extremamente agressivos de guitarra. E os fãs agradecem a surra musical.
A gangue do Black Label entrou às 22h com a briga ganha. Enquanto o público urrava “Zakk!, Zakk!” logo na introdução de New Religion ao piano, o quarteto, com Wylde vestindo um cocar de índio americano, levou de vez os fãs ao delírio tocando Crazy Horse, do novo CD Order of the Black (2010).
A seguir, a festa do metal correu solta, com hits do BLS, como Parade of The Dead, Born To Lose, The Blessed Hellride, Suicide Messiah, Concrete Jungle.
Conhecido como um dos melhores e mais populares guitarristas da atualidade, o cantor trocou de instrumentos por diversas vezes. Ele trouxe mais de 20 guitarras para a turnê. E, claro, fez um longo e aclamado solo.
Só faltou mesmo um bis, logo depois da ótima Stillborn.
Antes de tocar em São Paulo, o guitarrista havia dado uma entrevista louvando o público argentino, onde se apresentou antes de vir para cá. Entre outras coisas, ele disse que gostaria de ver os fãs brasileiros superando nossos concorrentes. Bem, levando em conta o espetáculo desta sexta, Wylde deve ter deixado o palco bem contente.
A gangue do Black Label entrou às 22h com a briga ganha. Enquanto o público urrava “Zakk!, Zakk!” logo na introdução de New Religion ao piano, o quarteto, com Wylde vestindo um cocar de índio americano, levou de vez os fãs ao delírio tocando Crazy Horse, do novo CD Order of the Black (2010).
A seguir, a festa do metal correu solta, com hits do BLS, como Parade of The Dead, Born To Lose, The Blessed Hellride, Suicide Messiah, Concrete Jungle.
Conhecido como um dos melhores e mais populares guitarristas da atualidade, o cantor trocou de instrumentos por diversas vezes. Ele trouxe mais de 20 guitarras para a turnê. E, claro, fez um longo e aclamado solo.
Só faltou mesmo um bis, logo depois da ótima Stillborn.
Antes de tocar em São Paulo, o guitarrista havia dado uma entrevista louvando o público argentino, onde se apresentou antes de vir para cá. Entre outras coisas, ele disse que gostaria de ver os fãs brasileiros superando nossos concorrentes. Bem, levando em conta o espetáculo desta sexta, Wylde deve ter deixado o palco bem contente.

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